domingo, 27 de fevereiro de 2011

Senhor, me faça um homem justo…

Recebi esta oração via e-mail e quero compartilhar com você amigo Anjo

SENHOR, DA-ME A ESPERANÇA PARA VENCER AS MINHAS ILUSÕES TODAS.

PLANTAI EM MEU CORAÇÃO A SEMENTEIRA DO AMOR.

E AJUDA-ME A FAZER FELIZ O MAIOR NUMERO DA

HUMANIDADE POSSIVEL, PARA AMPLIAR SEUS DIAS,

RESUMIR AS NOITES TRISTONHAS.

TRANSFORMAR MEUS RIVAIS EM COMPANHEIROS ,

MEUS COMPANHEIROS EM AMIGOS, E MEUS AMIGOS EM ENTES

QUERIDOS, NÃO ME DEIXEIS SE UM CORDEIRO PERANTE OS FORTES.

E NEM UM LEÃO DIANTE DOS FRACOS.

DA-ME SABOR DE SABER PERDOAR , E AFASTAI

DE MIM O DESEJO DE VINGANÇA.

SENHOR ILUMINAI MEUS OLHOS PARA QUE EU NÃO VEJA

OS DEFEITOS DE MINHA ALMA,

E VENDAI-OS PARA QUE EU NÃO COMENTE OS DEFEITOS ALHEIOS.

SENHOR,LEVAI DE MIM A TRISTEZA E NÃO A ENTREGUES A MAIS NINGUEM.

ENCHEI MEU CORAÇÃO COM A DIVINA FÉ,PARA SEMPRE LOUVAR O VOSSO NOME , E ARRANCAI DE MIMO ORGULHO E A PRESUNÇÃO.

DEUS" , FAZEI DE MIM UM HOMEM

REALMENTE JUSTO.

Fonte: http://valtercoutinho.blogspot.com/

Conheça a Comunidade

FÉ PARA VENCER

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Esta é a FÉ

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Uma coisa é a fé para pertencer ao Reino de Deus, outra coisa é a fé para conquistar os benefícios do Reino de Deus.

Antes de nascer de novo, por alguns momentos, Pedro teve fé para andar sobre as águas. Mas, não teve fé para manter-se sobre elas. As ondas do mar afogaram sua débil fé e começou afundar. Após seu novo nascimento, a fé o levou a enfrentar o Império Romano.

Infelizmente, a maioria cristã tem fé apenas para dar os primeiros passos sobre as águas. O pior é que esses passos dão a sensação de posse do poder total. Contudo, ao sinal da primeira ondinha, afundam com fé e tudo. Daí vêm as frustrações espirituais e o surgimento de crentes endemoninhados.

Só experimentando o novo nascimento se é capaz de evitar tal tragédia. Pois, uma vez nascido do Espírito Santo, a pessoa se torna espírito e sua natureza é espiritual. Isso significa ser nascido de Deus, ser de Deus, POSSUIR a natureza Divina. Por conta disso, nem o mundo inteiro é capaz de derrubá-lo. …porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo. I João 5.4

Esse é o poder que vence o mundo, a fé que conquista e mantém-se no Reino de Deus.

FONTE: BLOG EDIR MACEDO

Sou um ex-muçulmano

Qeita Sumaila tinha um grave problema familiar e, a convite de uma obreira, acabou por ir a uma reunião da Igreja Universal, só que havia um grande problema: ele era muçulmano...


Desde que viera ao mundo, em Dezembro de 1977, na Guiné, país da África Ocidental, Qeita apenas conhecia uma única verdade: nascera no seio de uma família muçulmana e nada mudaria essa realidade. Todos os dias, desde tenra idade, rezava cinco vezes a Allah, lia o Alcorão, ia à mesquita e todos os anos cumpria os 40 dias de jejum que constituíam o Ramadã.

“Eu achava que estava seguindo o Deus Vivo e que estava fazendo o que era certo”, desabafa. Mas, tudo na sua vida revolvia em torno de uma única palavra: FAMÍLIA. Era esta que determinava o seu passado, o seu presente e o seu futuro. Era esta que tanto tomava conta de Qeita, como também determinava que todos os seus passos não se desviassem do caminho que já havia sido para traçado para ele. E foi por esta mesma família que, aos 26 anos de idade, numa terça-feira, Qeita acabou entrando na Igreja Universal. Já não suportava os conflitos familiares, mas mal sabia que esta seria a grande ironia do que ainda estava por vir.

6 meses de um anonimato “confortável”

Com familiares vivendo em Portugal e na França, Qeita sabia que nada punha em causa a união familiar, nem mesmo a distância. Mas, por seis meses, mais feliz do que alguma vez fora, Qeita frequentava a Igreja Universal onde recebia ensinamentos que em quase tudo contrariavam o que sempre havia aprendido. O que era algo natural dentro da religião que poucos meses antes professara – a poligamia – aprendeu que contrariava as leis de Deus, que ensinavam que um homem deve ser marido de uma só mulher. Ao mesmo tempo em que foi aprendendo a deixar de lado as tradições que seguia como muçulmano, também foi se entregando e moldando ao caráter do Verdadeiro e Único Deus.

Traidor de Maomé

O jovem de 26 anos sempre soube o “poder” inerente a sua família, mas cedo viria a conhecer os dissabores e as consequências que advinham de contrariá-la. Qeita abraçou a nova realidade que acabara de conhecer na Igreja Universal, passando a evangelizar nas ruas e tornando-se obreiro. E foi numa dessas suas incursões, que foi visto e “delatado” aos seus familiares. Foi aí que Qeita soube o que era ser perseguido. “Chamaram-me de traidor de Maomé, entre outros insultos. Àquela altura, o meu pai tinha três mulheres e, segundo a tradição muçulmana, também eu viria a ter, e se um irmão meu viesse a morrer, eu teria que assumir tanto as suas mulheres como os seus filhos. Ou seja, se eu já tivesse 2 mulheres e o meu irmão duas, eu ficaria com 4”, recorda.

O conselho familiar

Segundo a lei muçulmana, ao contrariar os preceitos religiosos da sua família, Qeita corria o risco de ser renegado pela própria família. E foi para decidir o seu futuro que esta se reuniu; 30 pessoas e ele no centro. Foi-lhe dada uma escolha e ele escolheu a vida que tanto procurara e que estava vivendo. A consequência não se fez esperar. Decidiram fazer o seu funeral. Foi aberta uma vala no cemitério local e o seu nome foi enterrado. Queita estava “morto”, mas, ainda assim, não recuou, mesmo tendo sido aliciado com tudo o que mais desejasse. Então, uma nova decisão foi tomada: seria enviado para a Europa, onde tinha familiares, tudo para o afastarem da Igreja.

Portugal: o fim e o início

Quando desembarcou na Portela, um grupo dos seus familiares, também muçulmanos, residentes em Portugal, o aguardava, e a primeira e única palavra que lhe disseram foi: “Traidor!”. Foi levado para uma casa na Póvoa de Santo Adrião e “trancado a sete chaves”. Sem qualquer contato com o exterior, um dia, a porta foi esquecida destrancada. Foi ao sair que descobriu que a casa onde estava sendo mantido cativo ficava ao lado de uma Igreja Universal. Começou a frequentá-la, o que deu motivo à realização de um novo conselho.

A única escolha possível

Orava noite e dia para que Deus resolvesse a minha situação, pois a perseguição voltou com toda a sua força”, revela. Foi aliciado com todos os bens materiais, mas nada demovia Qeita da sua escolha. Para a sua família era um desobediente que não se emendava. Para ele, tratava-se da sua felicidade, da única escolha possível que poderia fazer: Cristo.

Renegado e expulso do seio da sua própria família por ter escolhido seguir ao Senhor Jesus, Qeita é hoje um homem de Deus, pastor da Igreja Universal. Não nega que teve dúvidas, que a sua decisão não teve avanços e recuos, fruto da pressão familiar, mas tem a certeza de que fez a escolha da sua vida. A sua família? Ora todos os dias por ela, para que ela seja acordada para a realidade de que o Deus Vivo não está em tradições ou religiões, mas sim no coração de quem O busca, em Espírito e em Verdade!

Redação: iurd.pt

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Você sabe como é ser uma pessoa invisível ?

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TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

gari

'Fingi ser gari por  1 mês e vivi como um ser invisível'
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas

enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado


sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo. 
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. 
Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. 
Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 
'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, algunsse aproximavam para ensinar o serviço. 
Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.
Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. 
Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. 
Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. 
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. 
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. 
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. 
Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

MAS SAIBA DE UMA COISA, PRA DEUS VOCÊ NÃO É UMA PESSOA INVISÍVEL

A TUA GRAÇA ME BASTA

Eu não preciso ser reconhecido por ninguém,
A minha glória é fazer com que conheçam a ti.
E que diminua eu

pra que tu cresças, Senhor, mais e mais.
E como os serafins que cobrem o rosto ante a ti,
Escondo o rosto pra que vejam Tua face em mim,
E que diminua eu,

pra que Tu cresças Senhor, mais e mais...
No Santo dos santos a fumaça me Esconde,

só teus olhos me vêem.
Debaixo de tuas asas

é o meu abrigo, meu lugar secreto,
Só tua graça me basta e tua presença É o meu prazer

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